Vacinação forçada 2021: morte – onde está o resgate? /versão em português/
Este vídeo também pode ser visto aqui: https://nome.wistia.com/medias/o35fovqwl7
https://rumble.com/vg5ay7-vacinao-forada.html
https://www.bitchute.com/video/dMZnmTDyrvxO/
https://ugetube.com/watch/GIA32I9b3rdrYx7 https://cos.tv/videos/play/27519227698647040
https://gloria.tv/post/fat3E1C2k6VY3SLUeXHuEHih8
Baixar vídeo: 525,1 MB, 1280×720 / 158,3 MB, 768×432
A humanidade é forçada a se vacinar em massa, mesmo que milhões de pessoas possam morrer por causa das vacinas experimentais. Essas vacinas não impedem a infecção e a transmissão de vírus.
Há três problemas principais com as vacinas de RNA mensageiro:
O primeiro problema são os graves efeitos adversos. No entanto, a maioria das instituições não quer admitir que estas são as consequências da vacinação. Jovens saudáveis morrem em poucas horas após a vacinação, mas o público é informado de que isto é apenas uma coincidência.
O segundo problema causado pela vacina de RNA mensageiro é a ativação de patógenos ou tempestade de citoquinas.
Os sistemas imunológicos das pessoas vacinadas reagirão de forma exagerada na próxima vez que entrarem em contato com um vírus, resultando em muitas mortes. Naturalmente, isto acontecerá no outono e durante o próximo inverno, quando é mais provável que as pessoas sejam expostas a uma nova mutação do vírus. Como resultado da epidemia de doenças e mortes que se seguirão à vacinação, os governos começarão, paradoxalmente, a pressionar para a nova rodada de vacinação. Os verdadeiros e íntegros especialistas serão, como sempre, excluídos da mídia.
Suspeita-se que muitos dos que foram vacinados ao vivo na frente das câmeras ou fizeram alarde de sua vacinação na mídia (por exemplo, o pseudo-papa Bergoglio), na verdade receberam um placebo em vez de uma das vacinas experimentais.
O terceiro grande problema é que os corpos dos vacinados com a vacina de RNA mensageiro estão se tornando laboratórios que produzem vírus letais! Além disso, a vacina gera no organismo anticorpos específicos e permanentes que suprimem completamente os naturais sistemas de defesa. As pessoas vacinadas estarão sob grave ameaça quando as novas mutações começarem a se espalhar. Seus corpos estão permanente e exclusivamente voltados para a defesa contra uma mutação do vírus que está se tornando rapidamente “antiquada”. Os cientistas que estão fabricando vacinas não conseguem adiantar-se ao vírus em constante mutação, então tentar resolver o problema com novas vacinas é uma tolice. Em qualquer caso, as vacinas seriam ineficazes e piorariam ainda mais a situação.
Os políticos e a mídia voltarão a mentir e a culpar do aumento de mortes aqueles que se recusaram a ser vacinados. Entretanto, os especialistas mostram que os vacinados serão os que mais ameaçarão a humanidade. Eles serão uma grande ameaça para qualquer pessoa que tenha sido vacinada, mas também para qualquer pessoa que não tenha sido vacinada. Isto deve-se ao fato de que os vírus que se propagam após a vacinação são mais perigosos do que os originais. As mutações se tornarão cada vez mais fortes e mais mortíferas. Se não pararmos este programa de vacinação agora, não é exagero dizer que o futuro da humanidade está em perigo. O objetivo da vacinação com a vacina do RNA mensageiro não é cuidar de nossa saúde, mas levar a cabo nossa redução: a morte!
Que o pranto daqueles que perderam seus entes queridos devido às medidas draconianas tomadas contra o Covid penetre em nossos ouvidos. Foi-lhes negado o tratamento de que necessitavam e morreram de doenças graves.
Cada cristão deve examinar sua consciência:
Eu procurei a verdade sobre a falsa pandemia ou me recusei a ouvir a verdade?
Os especialistas confirmam que a vacina de RNA mensageiro altera o genoma humano; isto, por sua vez, leva ao extermínio da raça humana. E eu permaneço em silêncio sobre isso?
Sabe-se que esta vacina contém tecido arrancado de um bebê não nascido antes de ser assassinado. E eu sou indiferente a isso?
Hoje em dia, todo cristão, mas também toda pessoa, encontra-se cara a cara com a morte por causa de uma pandemia programada e de uma vacinação forçada. Nesta situação crítica, o Patriarcado Católico Bizantino está dando o alarme! Também a sua vida está realmente ameaçada! Também depois de sua morte virá o julgamento e então uma eternidade feliz ou infeliz. A punição eterna no inferno ou a felicidade eterna no céu aguarda a todos. Isto é o mais importante, mas as pessoas o esquecem de modo notório e imprudente.
A morte
Milhares de pessoas morrem a cada minuto. Dezenas de milhares de pessoas morrem a cada hora. Quantas morrem ao dia? Quantas ao mês? Quantas ao ano? O sonho é a imagem da morte. Na morte a alma separa-se do corpo. Na morte o espírito volta para Deus que o havia dado (Qo 12,7). São João Crisóstomo diz: “A morte é a sua viagem para a eternidade”. O corpo se desfará em pó. O corpo é para a alma como um invólucro, um vestido que ela despe no momento da morte. A morte não é realmente um mal, porque abre o caminho ao céu para muitos. “Os santos anelam a morte como o marinheiro o porto, o viandante o termo de sua viagem, o lavrador a colheita”, diz São João Crisóstomo. Cristo nos adverte: “Vigiai pois, porque não sabeis nem o dia nem a hora!”. E compara a morte a um ladrão. Feliz é a morte dos que morrem limpos da mancha do pecado mortal.
Imediatamente depois da morte realiza-se o juízo particular. A Bíblia declara: “Está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o juízo” (Hb 9, 27). Será Cristo quem fará o juízo particular: revelará toda a nossa vida e nos tratará do mesmo modo como houvermos tratado os nossos semelhantes. No momento da morte ainda as mais ocultas ações serão reveladas. Cristo diz: “Não há coisa oculta que não acabe por se manifestar, nem secreta que não venha a ser descoberta” (Lc 8, 17). Ao juízo segue-se a recompensa.
O céu
O céu é a mansão da bem-aventurança eterna. O céu é ao mesmo tempo um lugar e um estado. O céu é um estado da alma; consiste na visão de Deus (Mt 18,10). As alegrias do céu sao inefavelmente grandes: “Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou, tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Co 2, 9). Seremos participantes da natureza divina (2 P 1, 4), e seremos semelhantes a Deus (1 Jo 3, 2). No céu há muitas mansões (Jo 14, 2). Quem pensa que as alegrias celestiais consistem em uma boa comida e coisas assim, é como um cavalo que pensa que há feno na mesa, no dia do casamento de seu dono.
Não padecem nem fome, nem sede (Ap 7, 16), no céu não haverá já nem morte, nem luto, nem gemidos, nem dor (Ap 21, 4). Não poderão pecar, nem fazer o mal; a sua vontade estará absorvida pela de Deus. Os gozos celestes duram eternamente. Cristo diz: “Os justos irão à vida eterna que não tem fim”. Só entrarão no céu as almas perfeitamente puras de pecados e de penas do pecado. “É necessário, diz S. Paulo, entrar no reino de Deus por muitas tribulações” (At 14, 22). “O reino dos céus sofre violência” (Mt 11, 12). Centenas de milhares de mártires que nos precederam preferiram sofrer terríveis torturas e morte a deitar um grão de incenso diante dos ídolos pagãos e trair a Cristo.
A era atual do Covid nos oferece uma oportunidade semelhante. Muitas pessoas honestas que defenderão a verdade e a Cristo serão rotuladas como inimigas da humanidade e serão destruídas. Entretanto, essa morte heroica é uma honra e um meio de expiar os pecados e receber a coroa do martírio. Todo cristão sábio deveria desejá-la, e especialmente hoje. Ninguém escapa da morte. Se podes morrer como mártir, é uma grande graça e um privilégio. O Apóstolo diz: “Onde o pecado abundou, a graça abundou muito mais!”. São Vicente diz: “As alegrias dos eleitos são tão grandes, que todas as torturas dos mártires não mereceriam uma só hora delas!”
O inferno
O inferno é um lugar e um estado da alma. Jesus chama ao inferno o suplício eterno. Diz: “E os condenados irão para o castigo eterno” (Mt 25, 46). São João Crisóstomo adverte: “Procuremos menos saber onde é o inferno do que evitar o cair nele.” São João de Damasco explica: “Os tormentos do inferno não têm a Deus por autor, mas os próprios homens”. O grande sofrimento no inferno deve-se principalmente ao fato de que: 1) os condenados nunca mais verão a Deus; 2) estão em companhia dos malvados; 3) estão no fogo, sofrem indizíveis tormentos na alma.
Os condenados terão duplo castigo: serão privados da visão de Deus, que é a pena do dano (poena damni) e por outro lado estarão sujeitos a tormentos, que é a pena dos sentidos (poena sensus). A perda da visão de Deus é o maior dos castigos do inferno. Quanto mais precioso é o bem que se perde, maior é a dor, como diz Santo Alfonso: “Ora os réprobos perderam um bem de infinito valor, a sua dor deve, pois, ser de algum modo infinita”. Santo Agostinho acrescenta: “É justo que Deus repila aquele que primeiro o repeliu.” Portanto, os santos na terra tremeram diante do mero pensamento de perder a visão de Deus.
Os condenados atormentam-se também reciprocamente, porque se odeiam.
“Nosso fogo é frio em comparação com o fogo do inferno”, diz São Vicente. Os tormentos da alma consistem nos eternos remorsos de consciência. Os condenados estarão em horrível desespero; reconhecerão como foram descuidados em repelir tantas vezes a graça de Deus. Não há redenção do inferno, porque o tempo da graça acabou. (Jo 3, 36). Satanás e seus demônios serão atormentados, dia e noite, pelos séculos dos séculos no lago de fogo e enxofre (Ap 20, 10).
Recorda o inferno com frequência. Isto te protegerá do pecado e do mal do mesmo modo que o fogo assusta o leão para longe de sua presa. Por isso São Bernardo diz: “Recordai o inferno durante a vossa vida para lá não descerdes depois da morte”. E São João Crisóstomo adverte: “Aquele que desafia o inferno ou o esquece, não lhe escapará”. Aquele que não crê no inferno venda voluntariamente os olhos para não ver o abismo em que vai cair.
Que fazer para não ir ao inferno?
Devemos afastar-nos de nosso falso caminho de pecado, receber a Cristo, entregar-Lhe nossos pecados, mudar nossa forma de pensar e crer no Evangelho (Mc 1, 15).
Que fazer no último momento da vida para ser salvo?
Faz um ato de contrição perfeita! Como? Pensa no teu passado pecaminoso como o criminoso na cruz e olha a cruz de Cristo com os olhos da fé. Repete o nome de Jesus com fé: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. Reza com fervor: “Jesus, Jesus, Jesus, tem piedade de mim, pecador!”. Repete-o cinco vezes, olhando cada uma das chagas do Salvador crucificado.
Como não sabes quando chegará tua última hora, invoca o nome de Jesus ao menos uma vez ao dia, melhor antes de dormir. Mas isso é o mínimo. Reserva uma hora por dia para rezar e promete a Deus que orarás assim até a tua morte. Jesus diz: “Então, não pudestes vigiar uma hora comigo? Vigiai e orai!” Durante a oração, também podes ler as Escrituras por um momento.
Invoca o nome de Jesus. Em Seu nome está o perdão dos teus pecados. Em Jesus está a tua salvação e a vida eterna!
+ Elias
Patriarca do Patriarcado católico bizantino
+ Metodio OSBMr + Timoteo OSBMr
bispos secretários
20 de abrie de 2021
Baixar: Vacinação forçada 2021: morte – onde está o resgate? (20-04-2021)
